quinta-feira, 27 de junho de 2013

Felicidade Clandestina


Minha felicidade clandestina

Sineta tocando as 17:40h e lá estava eu como uma mãe normal à espera que os portões da escola se abrissem e eu pudesse chegar à porta da sala e ver aquele rostinho sorridente quando a professora anunciava: mãe do Samueeel ... "de que você tá rindo mãe? _ nada meu bem, dá um beijo aqui..."

Em que momento ser feliz se tornou menos importante que ter grana? Por que a falta que fazemos em casa incomoda menos que a falta ao trabalho? Por que a angústia feminina de trabalhar tanto e participar pouco não ganha as ruas, lares e corações?

Ei Presidenta! Decreta meio horário pra mulherada…



Elizângela /jun 13

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